Sergio Lucena – Horizonte comum

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Começava a década de 80 quando conheci aquele que viria a ser o meu mestre, o pintor Flávio Tavares. Generosidade sempre foi a marca do Flávio, ele abriu-me a porta do mundo, eu entrei, ele mostrou-me caminhos trilhados e disse-me: para o artista só o próprio caminho é válido. Flávio acreditou que eu poderia encontrar meu caminho, e estava certo.

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Gato mia, cachorro late, ego mata

Cartaz da exposição

15 ago 2014

“O ego mata. E mata o quê? Talvez o mais simples: a chance de olhar para o lado e perceber que o outro, com aquilo que lhe é próprio e singular, pode ser um continente, e que somos construídos pelo convívio e compreensão das diferenças e pluralidades.”

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